"Culto" de domingo, músicas escolhidas para compor o momento de louvor "Sabor de Mel", "Chegou o Tempo", "Rompendo em fé", e outras da mesma linha, por aproximadamente 1:30 (uma hora e trinta minutos).
Ouve-se muitos "glórias a Deus", e "aleluias" durante este período, muitos apertam os olhos como se isso facilitasse a recepção das bênçãos, ou melhorasse sua "adoração".
O pregador da noite, toma o microfone e solta a pérola "Diante do que já foi cantado, não precisa nem de pregação, pois 'deus' (recuso-me a colocar o D maiúsculo) já falou conosco, mas como a liturgia exige...", lá vem 15 minutos de tortu... ops! pregação, com uma mensagem cheia de chavões, e realmente não muito diferente da contida nas músicas cantadas anteriormente.
Por fim o pregador diz "o evangelho foi pregado, quem quer aceitar a Jesus?", evangelho? que evangelho?
E tem sido assim as reuniões (não é culto, e se for é ao ego humano) em muitos salões pelo Brasil a fora.